Euterpe edulis (Palmito-juçara)

Texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 02/04/2007

No Brasil, várias palmeiras produzem palmito comestível. Entre elas, a espécie mais conhecida e apreciada é a Euterpe edulis Mart., comumente chamada de palmiteiro juçara ou jiçara, produtora do palmito branco. É encontrada na Região Centro-Sul do País e no Estado de São Paulo (LIN,1988).

A espécie é amplamente distribuída geograficamente, apresenta grande abundância na área de ocorrência, curto ciclo de vida, posicionamento no estrato médio da floresta, forte interação com a fauna e comercialização garantida (REIS e GUERRA,1999).

Atualmente a espécie Euterpe edulis é um dos produtos mais explorados na Floresta Atlântica (REIS e GUERRA,1999). Segundo Reis et al. (1996) apud Illenseer e Paulilo (2002), como tem alto valor econômico como alimento, sofre, em virtude disto, intenso extrativismo. Essa exploração contribui para a degradação do meio ambiente e tornou-se um fator de preocupação para a preservação da espécie, uma vez que não há rebrota após o corte para a extração do palmito (MORTARA e VALERIANO,2001).

Para que o palmito continue a existir e seja fonte renovável de riqueza, deve-se conhecer as orientações legais voltadas à preservação, extração e industrialização do produto. Ao lado disso, torna-se necessário intensificar a preocupação com a reposição da espécie por meio do replantio (AMBIENTE BRASIL,s/d).

O processo mais adequado para a exploração do palmiteiro é o manejo sustentado (FLORIANO et al.,1988), tornando-se uma nova fonte de renda das áreas florestadas e desempenhando um papel ecológico fundamental no ecossistema (REIS et al.,1993). Dessa forma, além de evitar-se o risco de extinção da espécie, em seu estado natural, protege-se a fonte de renda de famílias inteiras que se dedicam a extração de produtos da floresta (PEREIRA, 2000).

Família: Arecaceae (Palmae)
Espécie: Euterpe edulis Martius
Sinonímia botânica: Euterpe equsquizae Bertoni ex Hauman, Euterpe globosa Gaertn
Outros nomes (vulgares): ensarova, içara, inçara, iiçara, juçara, palmito, palmiteiro-doce, palmito-branco, palmito-juçara, palmito-vermelho, ripa, ripeira, açaí do sul, ensarova

Aspectos Ecológicos

Euterpe edulis é uma espécie perenifólia, ombrófila, mesófila ou levemente higrófila (LORENZI, 1992), que apresenta estipe único, sendo incapaz de produzir perfilhos, o que acarreta na morte da planta após corte do palmito (TSUKAMOTO FILHO et al.,2001).

O palmito-juçara é uma palmeira caracterizada como espécie climácica e com estratégia de regeneração do tipo banco de plântulas, com distribuição espacial agrupado próximo das plantas parentais (FANTINI et al.,2000), encontrando-se no estrato médio da floresta, sendo característica da Floresta Estacional Semidecídual, Floresta Ombrófila Densa e Cerrado.


Informações Botânicas

Morfologia

A árvore chega a atingir até 20 m de altura e 30 cm de DAP, na idade adulta.

Seu tronco reto, cilíndrico, não-estolonífero (não brota na base); seu estipe (caule) não é considerado fuste. Entre o término do tronco e a parte onde nascem as folhas, há uma seção verde, mais grossa que o tronco, formada pela base do conjunto de folhas. Dentro desta seção encontra-se a parte comestível da palmeira (CK AGRÍCOLA,s/d).

As folhas são alternas, pinadas, com até 3 m de comprimento. As pinas são longas e estreitas; as bainhas são bem desenvolvidas formando um coroamento verde muito característico no ápice do caule (CK AGRÍCOLA,s/d).

As flores são unissexuais, sendo as masculinas em maior número, de coloração amareladas, numerosas, com 3 a 6 mm de comprimento, distribuídas em grupo de três, uma feminina entre duas masculinas. A inflorescência é um espádice de 50 a 80 cm de comprimento, composto de várias espigas, inseridas abaixo das folhas. Na antese, a inflorescência está envolta por uma grande bráctea que a protege até o seu desenvolvimento (CK AGRÍCOLA,s/d).

Os frutos são carnoso, fibrosos, com endosperma muito abundante e não ruminado (QUEIROZ, 2000).

A semente é quase esférica, parda-grisácea a parda-amarelada, envolta por uma cobertura fibrosa, com até 10 mm de diâmetro. As sementes desta espécie possuem endosperma muito abundante, com alto teor de reservas, as quais constituem-se de carboidratos (cerca de 88%), proteínas (10%) e lipídeos (2%) (REIS,1995).

Reprodução

Planta monóica, sua dispersão é feita por vários mamíferos (morcegos, porcos-do-mato, serelepes) e aves (sabiás, jacus, tucanos, macucos, jacutingas).

A floração ocorre de setembro a dezembro, no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, e de setembro a janeiro, em São Paulo (CK AGRÍCOLA,s/d).

Os frutos amadurecem de abril a novembro, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul; de maio a outubro, no Paraná e, de maio a novembro, em São Paulo. O processo reprodutivo inicia ao redor dos seis anos de idade, em plantio. A frutificação é, em geral abundante, podendo uma planta em condições favoráveis, produzir 216 a 528 cachos/ha e de 6 a 8 kg de frutos por ano, o que equivale entre 8.000 e 10.000 sementes ou média de 5 kg (CK AGRÍCOLA,s/d).

Os padrões de floração e frutificação do palmiteiro Euterpe edulis Mart foram estudados por 4 anos (1994 a 1997) por Fisch el al. (2000). Como resultado, a floração desta espécie apresentou-se como um episódio singular, que se iniciou no final da estação seca (agosto) e se concentrou nos meses de outubro e novembro. A maturação dos frutos ocorreu nos meses de maio e junho e se estendeu até novembro (97).

Ocorrência

O palmito ocorre no estrato médio da Floresta Ombrófila Densa, desde o sul da Bahia (15ºS) até o norte do Rio Grande do Sul (30ºS), com distribuição preferencial ao longo do litoral brasileiro, no domínio Florestal Tropical Atlântica, ocorrendo também na maior parte das formações Estacional Decidual e Semidecidual (REIS et al.,2000)

Clima

Segundo Carvalho (1993), a temperatura média anual das áreas onde ocorrem os palmitos varia entre 17ºC a 26ºC, sendo a média do mês mais frio de 13º a 24º, tolerando regiões com até sete geadas anuais e temperatura média do mês mais quente de 20º a 27º. Ainda, de acordo com o autor, a espécie ocorre em regiões com precipitação média anual entre 1000mm a 2200mm, apresentando melhor crescimento com índices pluviométricos superiores a 1500mm, distribuídos de maneira uniforme. A espécie ocorre também em regiões com estacionalidade (Florestas Estacionais), tolerando uma estação seca de até três meses, com déficit hídrico leve como no sul da Bahia e sul do Mato Grosso do Sul.

Solo

Os solos em que a planta melhor se adapta são argissolo, latossolo, neossolo quartzarênico e nitossolo.

Em pesquisa realizada por Nogueira Jr. et al. (2003) para verificar a influência da umidade do solo no desenvolvimento inicial de plantas do palmiteiro, concluiu-se que os parâmetros altura e diâmetro do colo foram mais influenciados pelos microssítios e que o número de folhas e segmentos foliares não apresentaram diferenças nos ambientes estudados. O crescimento de plântulas foi favorecido pelo microssítio saturado (grota com umidade do solo durante o estudo variando entre 61 a 75%) e o de jovens foi favorecido pela Meia-encosta, cuja umidade do solo durante o estudo variou entre 40 e 46%. Esses resultados sugerem que para E. edulis há diferenças na exigência dos fatores ambientais requeridos para o crescimento em função da mudança de estádio ontogenético.

Pragas e Doenças

O palmiteiro é suscetível ao ataque dos fungos Diplodia sp. e Triclariopsis paradoxa (queima preta). Ambos causam pequenas lesões na planta e são facilmente controlado com fungicidas (AMBIENTE BRASIL, s/d).

O inseto mais nocivo é o coleóptero Rhyncochorus sp. O adulto deposita os ovos na base da folha do palmiteiro e a larva desenvolve-se alimentando-se das folhas internas, até chegar ao meristema apical, matando a planta (AMBIENTE BRASIL,s/d).

O palmiteiro também pode ser infestado por besouro da família Scolytidae, com danos leves.

A Madeira

Usos da Madeira

A madeira do Euterpe edulis pode ser utilizada para construção civil e rural como como ripas, caibros, escoras de andaimes e calhas para condução de água. Também pode ser usada na produção de celulose e papel (UFSC,s/d).

Nunes et al. (1999) estudaram a utilização do material vegetal desprezado por ocasião da colheita do palmito para a produção de chapas de partículas que mostrou-se apto, uma vez que, para alguns tratamentos, foram obtidos bons resultados em relação à ligação interna e ao inchamento. No geral, as melhores respostas foram observadas quando da utilização das partículas com a menor granulometria e aplicando-se a maior porcentagem de adesivo.

Produtos Não-Madeireiros

Os frutos exercem forte atração sobre pássaros, roedores e mamíferos e as sementes podem ser utilizadas em ração animal. Quanto a casaca do fruto, esta fornece tinta para tingimento de tecidos.

A cabeça do estipe, o popular palmito, é mantido em conserva e largamente consumido na alimentação em todo o Brasil.

Como a palmeira produz pólen abundante, também pode-ser utilizada para produção apícola.

As folhas são usadas no artesanato e também como ração animal.

Segundo Nogueira (1982) apud Fisch (1998), o estipe novo pode ter suas fibras utilizadas na fabricação de vassouras; o estipe maduro para caibros e ripas para construção; as folhas usadas para coberturas temporárias e forragio e os frutos fornecem um ‘vinho’ semelhante ao do açaí.

Outros Usos

A espécie é ornamental desde pequena e pode ser cultivada em vaso; quando adulta, em jardim. Além disso é recomendada para recomposição de mata ciliar, para locais com inundações de média a longa duração.

Sementes

A propagação do palmiteiro é feita através de sementes. O amadurecimento dos frutos no cacho é heterogêneo, podendo ser distinguidos pela sua coloração. De acordo com Leão e Cardoso (1974) apud Lin (1988), para a finalidade de propagação da espécie, os frutos do palmiteiro devem ser colhidos quando atingem o ponto ótimo de maturação, apresentando-se pretos e luzidios.

A extração da sementes dá-se por lavagem e maceração do fruto sobre peneira, para retirar a polpa que envolve as sementes.

O palmiteiro Euterpe edulis Mart. apresenta grande variação no peso de seus frutos e sementes, variando de 1000 a 2000 sementes por kg (FLEIG e RIGO, 1998).

As sementes devem ser postas em peneiras e secas em ambiente sombreado e ventilado por dois ou três dias, para retirada do excesso de umidade.

É discutível a necessidade de tratamentos pré-germinativos. Entretanto, são recomendados para acelerar a germinação:

a) imersão em água fria por 48 horas;
b) estratificação em areia úmida por 30 dias ou
c) escarificação mecânica.

Experimentos realizados em laboratório demonstram que sementes escarificadas (retirada do tegumento) apresentam uma germinação uniforme em um período de 45 dias, enquanto não escarificadas continuam o processo de germinação por um período superior a quatro meses (AMBIENTE BRASIL,s/d).

As sementes do palmiteiro apresentam, em seu estágio de maturidade fisiológica, um elevado teor de umidade (50 a 55%), dificultando por diferentes razões seu armazenamento. As sementes mantêm a viabilidade parcial por seis meses em ambiente de sala ou por onze meses em câmara fria (T= 5 a 10º C e UR = alta), em saco plástico bem fechado (AMBIENTE BRASIL,s/d).

Produção de Mudas

Atualmente, o palmiteiro encontra-se confinado as unidades de conservação estatais e, raramente, em remanescentes da Mata Atlântica. Por suas características ecológicas e econômicas o Euterpe edulis Mart. é uma espécie chave para o manejo sustentável das formações florestais nativas da área de domínio da Floresta Atlântica. Nos remanescentes destas formações florestais o palmiteiro é raro, exigindo portanto, intervenções silviculturais para o estabelecimento desta espécie. O palmiteiro pode ser estabelecido pela semeadura direta de frutos com polpa, despolpados ou pelo plantio mudas. Para a implantação do palmital é recomendado a utilização de frutos maduros (FLEIG e RIGO, 1998).

Segundo Cardoso e Leão (1974) apud Lin (1988), pelo fato de os frutos do palmiteiro possuírem um certo período de dormência, a sua germinação é geralmente lenta e desuniforme. A desuniformidade da germinação dos frutos de palmiteiro e sua distribuição no tempo constituem-se nos principais problemas para teste de germinação padrão no laboratório. A germinação dos frutos pode, no entanto, ser acelerada através do seu despolpamento. Ao determinar o efeito do tamanho e do amadurecimento sobre a viabilidade, germinação e vigor do fruto de palmiteiro LIN (1988) concluiu que os frutos de maior diâmetro têm maior peso de matéria seca, os frutos com maior tamanho apresentaram melhor germinação, os frutos bem maduros, com pericarpos pretos, tiveram maior germinação e vigor do que os frutos verdes.

Para produção de mudas, recomenda-se semear duas a três sementes do palmiteiro em recipiente ou a semeadura direta no campo, utilizando-se três sementes ou mais, previamente despolpadas, semeadas em covas de 5cm de profundidade. Em sementeira, deve-se utilizar areia de rio como substrato e mantê-la sempre úmida. A germinação inicia-se entre 30 e 170 dias.

A repicagem é realizada de uma a três semanas após a germinação, ou após o aparecimento das folhas. O tempo total de viveiro é de no mínimo 9 meses (AMBIENTE BRASIL,s/d).

Aspectos Silviculturais

O plantio a pleno sol do palmiteiro não é viável. A espécie é adequada para plantio de enriquecimento em vegetação secundária, podendo o sombreamento ser definitivo ou temporário. Mudas com até 3 anos não suportam sombreamento excessivo nem sol direto. Após o plantio de enriquecimento em florestas secundárias, o controle das ervas competitivas é feito através de roçadas periódicas em torno da planta, tomando-se o cuidado de não danificar suas raízes superficiais (AMBIENTE BRASIL,s/d).

O palmiteiro demora de oito a doze anos para alcançar o tamanho comercial no Brasil. Posteriormente, o palmital permite cortes de três ou quatro anos, para possibilitar a regeneração natural da espécie. O corte é recomendado somente após a primeira florada, pois, se houver corte prematuro da árvore, não haverá sementes para regeneração natural da espécie (AMBIENTE BRASIL,s/d).

Crescimento e Produção

Os poucos dados disponíveis sobre o crescimento do palmiteiro indicam um incremento anual máximo em altura de até 0,75 m e médio de 0,45 m. Demora aproximadamente 10 anos para alcançar tamanho comercial no Brasil. A produtividade dos palmitais nativos é variável, estando relacionada ao tipo de estádio da floresta (IPEF,s/d).

Preço no Mercado

O preço do palmito bruto varia entre R$ 0,80 a R$ 1,04 por haste. Esses valores oscilam de acordo com a demanda. De acordo com a pesquisadora Marilene Bovi, o Brasil não é apenas o maior fornecedor, mas também, um grande consumidor, com ênfase na região Sudeste (REVISTA RURAL,2004).

Referências Bibliográficas

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