Mimosa scabrella (Bracatinga)

Texto produzido pela Acadêmica Aline Angeli
Supervisão e orientação do Prof. José Luis Stape
Departamento de Ciências Florestais - ESALQ/USP
Atualizado em 14/11/2003


Bracatingal em Urubici/SC
(Foto: Prof. Paulo Yoshio Kageyama)

A bracatinga é uma espécie nativa das regiões de clima frio do Brasil. A maior área contínua de ocorrência é a Região Sul, com altitudes acima de 700 m, temperaturas médias anuais de 13 a 18,5º C e sem déficit hídrico (Rotta & Oliveira, 1981). Em Curitiba, é tradicionalmente cultivada em sistema agroflorestal, considerado por Baggio et al. (1986), como o sistema de produção de lenha mais antigo do sul do País.

O consórcio de culturas agrícolas com bracatinga, de acordo com Carpanezzi et al. (1988), garante a produção de lenha e produtos alimentícios e, há décadas, um ambiente sócio-econômico característico da região. Normalmente, os produtos alimentícios são consumidos na propriedade e a lenha se destina à comercialização (Laurent et al., 1990). Esses autores ainda afirmam que a produtividade de lenha da bracatinga no sistema agroflorestal tradicional é maior que a da exploração na floresta secundária e que a remuneração da mão-de-obra familiar é também maior naquele sistema.

O cultivo da bracatinga no sistema tradicional é predominantemente realizado em pequenas e médias propriedades, com poucos recursos técnicos e próximas aos grandes centros consumidores de lenha, especificamente na Região Metropolitana de Curitiba – PR (Carpanezzi et al., 1988). Nas propriedades rurais produtoras, a rotação do cultivo é de 6 a 8 anos e a comercialização da madeira é também realizada nessas propriedades.

Taxonomia

Família: Mimosaceae (Leguminosae – Mimosoideae)
Espécie: Mimosa scabrella Bentham
Sinonímia botânica: Mimosa bracaatinga Hoehne
Nomes vulgares: abracatinga, anizeiro, bracatinga, paracatinga, mandengo.

Aspectos ecológicos

A bracatinga é uma espécie pioneira, típica de capoeiras e capoeirões. Ocorre na floresta secundária, muitas vezes em formações puras (bracatingais), após ação antrópica, o que a caracteriza como espécie agressiva. Vive, em média, por vinte e cinco anos, sendo, portanto, uma espécie de baixa longevidade.

Mimosa scabrella é uma essência típica do planalto sul-brasileiro e exclusiva da vegetação secundária da Floresta Ombrófila Mista, principalmente onde ocorrem áreas perturbadas (Carvalho, 1994).

Descrição


Bracatingal em maciços
(Foto: Prof. Paulo Kageyama)

A bracatinga é uma árvore perenefólia, com altura variando entre 4 e 18 m e DAP (diâmetro à altura do peito), entre 20 e 30cm. Em maciços, apresenta tronco reto, com fuste de até 15 m. Porém, quando isolada, o tronco é curto e ramificado. A copa é arredondada e seu diâmetro, assim como a forma do tronco, varia de acordo com a localização da árvore: em povoamentos, o diâmetro da copa é, em média, de 1,5 m e, em árvores isoladas, pode atingir 10 m.

Os indivíduos jovens apresentam casca externa marrom-acastanhada e, quando adultos, castanho-acinzentada. A casca interna possui coloração bege-rosada a rosada (Carvalho, 1994).

As folhas são compostas, muito variáveis, com 4 a 14 pares de pinas opostas de 3 a 6 cm de comprimento e folíolos de 4 a 8 mm, em número de 15 a 30 pares por pina (Lorenzi, 1992).

As flores são amarelas e pequenas, agrupadas em capítulos pedunculados, axilares ou terminais. Rotta & Mendes (1990) concluíram que apenas 10% das flores produzidas formam frutos. Estes são sésseis, deiscentes, com até 48 mm de comprimentos por 9 mm de largura e alojam de 2 a 4 sementes (Lima, 1985).

As sementes são irregulares, escuras e brilhantes. Apresentam dimensões de 6 mm de comprimento por 3 mm de largura.

Informações botânicas

A bracatinga é uma planta hermafrodita, porém a fecundação é preferencialmente cruzada, sendo a polinização feita principalmente por abelhas do gênero Apis sp e Trigona sp (Catharino et al., 1982).

Os frutos, bem como as sementes, se dispersam, sobretudo, pela ação da gravidade. Ao caírem no solo, as sementes formam bancos permanentes e a viabilidade das mesmas pode perdurar por 4 anos ou mais (Carpanezzi et al., 1997).

A floração e a frutificação, que se iniciam dois anos após o plantio, ocorrem em períodos distintos nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. De junho a setembro ocorre floração no Paraná e Santa Catarina e, nesses Estados, a frutificação se dá entre dezembro e março. Em São Paulo, a floração acontece em julho e a frutificação em dezembro. No Rio Grande do Sul, a floração ocorre de julho a outubro e a frutificação, de novembro a fevereiro (Carvalho, 1994).

Ocorrência natural

No Brasil, a bracatinga ocorre naturalmente nos Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, compreendendo latitude de 21º 30’ S (Minas Gerais) a 29º 50’ S (Rio Grande do Sul). Ocorre em altitudes de 700 a 2000 metros.

Clima

A maior área de ocorrência natural dessa espécie (Mimosa scabrella) se dá sob clima temperado úmido. Entretanto, também ocorre em clima subtropical úmido e subtropical de altitude.

A bracatinga não suporta períodos de seca prolongados. A precipitação anual média é de 1200 mm (Rio Grande do Sul) a 2300 mm (Paraná e Santa Catarina); na região Sul, as chuvas são uniformemente distribuídas ao longo do ano e, na região Sudeste, são periódicas e menos intensas no inverno.

Essa espécie desenvolve-se bem em temperaturas amenas, sendo a média anual de 13º C (São Joaquim – SC) a 21º C (Coronel Pacheco – MG). Suporta geadas, em média de 0 a 32 por ano.

Solo

Normalmente, a bracatinga ocorre em solos pobres, ácidos (pH variando entre 3,5 e 5,5), de textura franca a argilosa e bem drenados. É pouco exigente em fertilidade química, mas não se desenvolve adequadamente em solos mal drenados e com alto teor de alumínio. Carpanezzi & Carpanezzi (1992) verificaram que, em plantios, o crescimento das árvores responde à adição de fósforo, bem como à profundidade efetiva do solo

Pragas e doenças

Poucos insetos são considerados pragas da bracatinga, mas não constituem ameaça aos plantios (Embrapa, 1988). São eles: Ceroplastes confluens (cochonilha-de-cera), Tachardiella sp (cochonilha), Hylesia sp (mariposa) e Oncideres impluviata (serrador-dos-galhos).

Estudos da Embrapa (1998) indicam a ocorrência de Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica, nematóides que parasitam as raízes das mudas em viveiro, chegando a provocar perdas de produtividade.

A madeira


Detalhe do Tronco
(Foto: Prof. Paulo Yoshio Kageyama)

A madeira de bracatinga possui massa específica aparente entre 0,65 e 0,81g/cm³, a 15% de umidade; a densidade básica varia de 0,51 a 0,61 g/cm³. Trata-se, portanto, de uma madeira moderadamente densa (Jankowsky et al., 1990).

O cerne, de coloração bege-rosada, é irregular, com nuances mais escuras, textura grosseira, superfície um pouco áspera e de grã direita.

A durabilidade natural dessa madeira, em condições adversas, é muito baixa. Contudo, é permeável aos tratamentos preservantes, em autoclave.

Deve-se tomar precauções ao escolher o programa de secagem, pois a madeira de bracatinga é propensa a contrações e expansões.

Usos da madeira

A madeira serrada ou roliça pode ser usada para vigamentos e escoras na construção civil, caixotaria, embalagens leves, compensados, laminados e aglomerados (Lorenzi, 1992). Contudo, o principal uso é para energia, pois a madeira de bracatinga fornece lenha e carvão de excelente qualidade; o poder calorífico da lenha é de 4569 a 4830kcal/kg (Silva et al., 1982) e do carvão, de 7239 a 7554kcal/kg.

A celulose da madeira de bracatinga pode ser utilizada para fabricação de papéis de escrita e impressão, desde que não seja necessária alta resistência física (Barrichelo & Brito, 1982).

Produtos não-madeireiros

As sementes da bracatinga fornecem uma goma, da qual se extrai açucares, trigalactosil-pinitol e galactomanana, utilizada em alimentos, explosivos, cosméticos e fármacos, entre outros (Ganter, 1991).

A casca possui tanino, porém em quantidades variáveis (Körbes, 1995).

Outros usos

As folhas da bracatinga são usadas para consumo animal, principalmente no inverno, quando os pastos ficam secos. Apesar de ser uma alternativa para os períodos de estiagem, a bracatinga é uma forragem de baixa qualidade; possui cerca de 18% de proteína e baixa digestibilidade. A ausência de rebrota também dificulta o cultivo dessa espécie como forrageira.

O “mel de bracatinga” é rico em glicose, com cristalização rápida (Embrapa, 1988). Essa espécie fornece néctar e pólen durante o inverno, aspecto importante para a apicultura.

A bracatinga é também ornamental, utilizada para arborização de ruas estreitas (Lorenzi, 1992).

Mimosa scabrella é também uma espécie importante para recuperação florestal e de solos degradados. Recobrindo rapidamente o solo nu, a bracatinga inibe a invasão de vegetação herbáceo-arbustiva e favorece o crescimento de espécies tolerantes ao sombreamento (Carpanezzi, 1997). Esta essência foi bastante utilizada no Sul do País para recuperação de áreas de mineração, onde o solo se encontrava profundamente degradado (Carvalho, 1994). Carpanezzi et al. (1984) comprovaram que a deposição de biomassa da bracatinga retorna ao solo mais de 200 kg de nitrogênio e 15 kg de potássio por hectare por ano.

A bracatinga também pode ser usada para recomposição de matas ciliares, desde que não ocorra encharcamento e inundação (Ferreira, 1983).

Crescimento e produção


Produção de Mudas de Bracatinga na Estação Experimental de Itatinga/ESALQ/USP
(Foto: Biol. Graciela da
Rocha Sobierajski)

A bracatinga é uma espécie de crescimento inicial rápido, especialmente na região Sul. Em Concórdia – SC, alguns povoamentos implantados atingiram produtividade de 36 m³/ha/ano, aos quatro anos de idade e em espaçamento 3 m x 2 m. Em regeneração natural após queima, porém, a produtividade variou de 8 a 25 m³/ha/ano aos seis anos (Ahrens, 1981). Possivelmente, a perda de produtividade está associada à destruição do banco de sementes pelo fogo.

Os plantios na região Sul apresentam rotação estimada de quatro a sete anos para energia; em regeneração natural, também para finalidades energéticas, o ciclo de corte é de seis a oito anos, admitindo-se densidade média de 2200 plantas por hectare (Carvalho, 1994).

Aspectos silviculturais

Mimosa scabrella é uma espécie florestal heliófila, não tolerante às geadas no primeiro ano. Portanto, no Sul do país, onde é largamente cultivada, recomenda-se realizar os plantios na primavera, evitando-se perdas por geadas no primeiro ano, quando a muda é mais susceptível.

O espaçamento mínimo recomendado é de 1 m x 1 m. A bracatinga, na fase inicial de plantio, pode ser dominada por espécies invasoras, por isso não se utilizam espaçamentos muito amplos (Carvalho, 1994).

A regeneração dos povoamentos, na região de Curitiba, é largamente realizada induzindo-se a germinação do banco de sementes pelo fogo. Entretanto, a prática da queima induz perda de nutrientes por volatilização e erosão eólica, expõe e degrada o solo e polui o ambiente, podendo até exterminar as sementes ao invés de induzi-las à germinação.

Em cultivos consorciados, a regeneração é feita por semeadura direta; neste caso, é necessário fazer controle de plantas invasoras e reduzir a densidade do bracatingal, pois existe competição acentuada entre plantas.

Por fim, a revegetação por mudas também é viável, tanto em terrenos preparados pelo método convencional (aragem e gradagem), como em terrenos não preparados (Embrapa, 1988).

Produção de mudas


Muda pronta para o plantio
(Foto: Biol. Graciela da
Rocha Sobierajski)

A produção de mudas pode ser feita em viveiro, semeando de três a quatro sementes por tubete (pequeno) ou saco de polietileno. Após três meses as mudas já estão prontas para o plantio, porém, quando apresentarem raízes nuas, as chances de sobrevivência diminuem no transplante (Maixner & Ferreira, 1976).

A semeadura direta é mais utilizada que a produção de mudas em viveiro. Entretanto, as plantas ficam mais susceptíveis aos veranicos, acarretando perdas. Para efetuar semeadura direta, utiliza-se de três a cinco sementes por cova e, após seis meses, seleciona-se a muda mais vigorosa (Carvalho, 1994).

O poder germinativo das sementes chega a 90% e a germinação ocorre entre cinco e trinta dias após a semeadura.

A bracatinga é uma espécie fixadora de nitrogênio, pois ocorre nas raízes associação com Rhizobium sp. Para plantios realizados fora das áreas de ocorrência natural ou em sítios onde não havia bracatinga anteriormente, recomenda-se inocular as mudas com estirpes isoladas de Rhizobium (Embrapa, 1988).

Sementes

Geralmente, colhem-se os frutos de árvores abatidas. Mas, é também viável colhê-los diretamente da árvore, logo que se inicia a queda espontânea. Após a colheita, os frutos são secos ao sol – facilitando a abertura manual e extração das sementes – e peneirados para separar as impurezas.

As sementes de bracatinga apresentam dormência tegumentar. Para a produção de mudas ou semeadura direta, a superação da dormência é feita, mais comumente, de duas formas: imersão em água a 80º C e resfriamento até temperatura ambiente (esse processo dura cerca de 18 horas) ou imersão em ácido sulfúrico concentrado por quatro minutos (Carvalho, 1994).

Outros métodos para superação de dormência das sementes de bracatinga podem ser encontrados em Albrecht (1990).

Ramos & Bianchetti (1998), citados por Carvalho (1994), constataram, em laboratório, que a melhor temperatura de germinação ocorre entre 22º C e 26º C e os melhores substratos são areia, vermiculita nº 3, papel-toalha e papel mata-borrão verde e branco.

Preço da madeira no mercado

A bracatinga vendida para fins energéticos foi cotada, em julho de 2003, a R$ 16 o metro cúbico, comercializado diretamente com produtores de Santa Catarina.

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