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Edição 33 – 22 de julho de 2011_

Progênies de eucalipto estarão
disponíveis em reunião do PCPN

Criado em 2008 com o intuito de reunir os materiais melhorados existentes nas empresas e nas estações experimentais, no Brasil e no exterior, visando ampliar a base de materiais potenciais para as empresas participantes, o Projeto Cooperativo de Populações Núcleos (PCPN) tem como objetivo instalar populações com ampla base genética de forma a reuní-las e recombiná-las. A recombinação será direcionada pelos resultados obtidos no estudo de adaptabilidade e estabilidade que está sendo realizado dentro da rede experimental que conta com experimentos em diversas condições edafo-climáticas no Brasil e, em breve, no Uruguai e Argentina.

Seguindo este objetivo, o projeto informa que na sua próxima reunião, no dia 11 de agosto, estarão disponíveis o total de 238 progênies, sendo 118 de Eucalyptus grandis e 120 de E. saligna. Também estarão disponíveis, em alguns meses, as progênies de E. urophylla desta segunda fase. Falta apenas a liberação das sementes procedentes do México, que ainda estão de quarentena no IAC (Instituto Agronômico de Campinas).

As atividades do programa começaram com a obtenção de sementes de progênies selecionadas dentro de populações avançadas das empresas, o que proporcionou a implantação da rede experimental do projeto. Em 2009, foi firmado um convênio com o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), da Argentina, para troca de material de E. grandis e recentemente de E. saligna, que inicialmente não estava previsto dentro do populações núcleo.

Durante 2008 a 2010, foram instalados aproximadamente 18 experimentos para cada uma das espécies trabalhadas, sendo implantadas 155 progênies de 9 procedências de E. grandis e 165 progênies de 6 procedências de E. urophylla. Os materiais que serão disponibilizados completam a base genética do projeto que terá em avaliação mais de 250 progênies de E. grandis e E. urophylla e 120 progênies de E. saligna.

Segundo Paulo Henrique Muller da Silva (IPEF), “esses materiais compõem uma boa base genética, na qual poderemos gerar muitos trabalhos científicos e materiais comerciais. Devemos trabalhar para enriquecer essa base por meio do ‘resgate’ de materiais já existentes no Brasil e também com a introdução de novos do exterior, principalmente se pensarmos na futura produção de híbridos”.

Publicado exclusivamente via eletrônica, o IPEF Express não possui periodicidade definida e visa agilizar a divulgação de notas e informações da Diretoria, Coordenadorias do IPEF, seus Programas Cooperativos e atividades correlatas.


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