Nossos Projetos

Os projetos criados pelo PROTEF abordam temas atuais e relevantes, tendo como foco estudos e pesquisas com o levantamento e monitoramento de insetos, pragas e inimigos naturais, além do controle e manejo destas pragas e doenças sempre tendo como norteador o compromisso com o meio ambiente e a sociedade.

Os projetos desenvolvidos em sua grande parte são baseados em demandas apresentadas pelas empresas participantes do Programa, estas que podem conduzir projetos individuais ou cooperativos por intermédio do PROTEF.

Abaixo disponibilizamos um histórico dos projetos já desenvolvidos e em desenvolvimento pelo Programa:

Em desenvolvimento

Projeto Cooperativo de Manejo de Pragas Exóticas de Florestas de Eucalipto
Resumo: As florestas de eucalipto brasileiras têm sofrido com a introdução de pragas exóticas, desde 2003, com a detecção do psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei e em 2008 com as detecções do percevejo bronzeado Thaumastocoris peregrinus e vespa-da-galha Leptocybe invasa. Em função dessas novas ocorrências, o projeto cooperativo anterior, referente ao controle biológico do psilídeo-de-concha foi reformulado e ampliado para estudar a bioecologia, dinâmica populacional, monitoramento das três pragas exóticas do eucalipto, além de desenvolver e avaliar métodos de controle dessas pragas, com ênfase para o controle biológico. O projeto tem como objetivos principais a introdução de inimigos naturais específicos para as pragas em questão, baseado em resultados obtidos na Austrália e Israel e prospectar possíveis inimigos naturais nativos para auxiliar no controle, como percevejos predadores (Atopozelus opsimus), crisopídeos e fungos entomopatogênicos. Além disso, será realizado estudo de avaliação de suscetibilidade/resistência de clones de eucalipto às pragas exóticas. Para atingir essas metas, foi realizado um convênio com 5 instituições de pesquisa (FCA/UNESP – Campus de Botucatu, Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Florestas, UFV e ESALQ/USP), coordenado pelo IPEF.

Já desenvolvidos

Bioecologia e Avaliação de Danos do Pulgão dos Pinheiros Cinara spp (Hemiptera - Homoptera: Aphididae) em Plantios de Pinus
Resumo: Esse projeto tem o objetivo de verificar o comportamento biológico da Cinara spp em três espécies de Pinus (P. caribaea var. hondurensis, P. oocarpa e P. taeda) sob diferentes temperaturas em laboratório. Especificamente será determinada sua dinâmica sazonal e tendências de populações, além de avaliar os danos em condições de campo e sua ocorrência em áreas de Pinus sob diferentes formas de manejo silvicultural.

Bioecologia, danos e métodos de controle do pulgão do Pinus Cinara atlantica (Hem.: Aphididae) e do Pulgão lanígero Pineus boerneri (Hem.: Adelgidae)
Resumo: No Brasil, detectou-se pela primeira vez a ocorrência de afídeos do gênero Cinara, representado pelas espécies C. pinivora (Wilson, 1919) nos meses de junho e julho de 1996 infestando plantios de P. elliottii e P. taeda nos municípios de Cambará do Sul (RS) e Lages (SC). No ano de 1999, em função de condições climáticas favoráveis, ocorreu uma intensa infestação de C. pinivora nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os pulgões são uma grande colônia de insetos sugadores de raízes, folhas, troncos e partes reprodutivas de plantas, causando freqüentemente danos consideráveis por causa de suas grandes populações. Os efeitos podem ser diretos, como a perda de seiva resultando um menor crescimento, ou indiretos, como um enfraquecimento geral da planta, diminuindo sua resistência ao ataque de outros insetos e de patógenos, como fungos e bactérias. Os pulgões causam perda de crescimento em árvores jovens em espécies de coníferas, particularmente em áreas de regeneração. O trabalho está sendo desenvolvido no Laboratório de Entomologia do Departamento de Produção Vegetal da FCA/ UNESP, Campus de Botucatu e em áreas da Orsa (Nova Campina e Itapeva - SP). Os objetivos do projeto são: verificar seu comportamento biológico em três espécies de Pinus (P. caribaea var. hondurensis, P. oocarpa e P. taeda) sob diferentes temperaturas em laboratório; determinar sua abundância sazonal, tendências de populações e seus danos em condições de campo, além de verificar o efeito do manejo de matocompetição na incidência da praga e avaliar a ação de inimigos naturais, de resistência de plantas e de inseticidas químicos no controle da praga.

Aspectos Bioecológicos e Determinação de Danos do Pulgão Lanígero dos Pinheiros (Pineus boerneri) e do Pulgão Gigante dos Pinheiros (Cinara atlantica) em Pinus spp.
Resumo: Desde 1998, a espécie Cinara atlantica vem causando danos consideráveis aos plantios de Pinus nos Estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Recentemente no ano de 2000 também foi constatada a presença de pulgões pertencentes ao gênero Pineus, (Hemiptera: Adelgidae) atacando povoamentos de Pinus spp. nestes mesmos estados. As injúrias causadas por estes pulgões incluem descoloração das acículas, entortamento do fuste e quebra dos ramos. Altas densidades de ataque causam a morte das plantas em até dois anos. Este projeto tem por objetivos:
1)Estudar os aspectos bioecológicos e avaliação dos danos do pulgão lanígero dos pinheiros Pineus boerneri (Hemiptera: Adelgidae) em Pinus spp;
2) Verificar suscetibilidade de diferentes espécies de Pinus ao ataque de Cinara atlantica;
3) Avaliar os danos de C. atlantica em P. taeda a partir de 2 anos de idade em áreas antes submetidas a diferentes sistemas de manejo. Parte dos experimentos está sendo conduzida no Laboratório de Entomologia Florestal e sob condição de casa de vegetação no Departamento de Produção Vegetal da FCA/UNESP, Fazenda Experimental Lageado, Campus de Botucatu, SP e parte nas fazendas Sul Brasil (Buri, SP), Pinhalzinho I (Nova Campina, SP) e Rio das Pedras (Barra do Chapéu, SP) da Empresa Orsa Papel, Celulose e Embalagens S/A.
Os seguintes experimentos estão sendo conduzidos desde março/2004 e encontram-se em fase de levantamento de dados:
1) Aspectos biológicos de P. boerneri em Pinus spp.;
2) Suscetibilidade e impacto no crescimento das mudas de Pinus spp.;
3) Estudo anatômico de tecidos caulinares de Pinus spp. afetados por P. boerneri;
4) Flutuação populacional do pulgão lanígero dos pinheiros P. boerneri;
5) Efeito da infestação de C. atlantica na altura e DAP de P. taeda submetidos a diferentes sistemas de manejo de plantas invasoras.

Desenvolvimento de Sistema de Planejamento e Monitoramento de Cupins em Florestas de Eucalipto
Resumo: Áreas de implantação e reforma de eucalipto (pré-plantio) e de florestas adultas (pré-corte) são classificadas quanto ao risco de ataque de cupins às mudas, com base no mapeamento e planejamento, monitoramento com iscas de papelão corrugado, análise de fatores de risco, e nos conhecimentos adquiridos em outros trabalhos de pesquisa realizados anteriormente. Em função do risco são emitidas recomendações técnicas para o manejo racional de cupins, resultando em redução de tratamento químico com cupinicidas. O projeto tem como objetivos:
1) Identificação das espécies de cupins e monitoramento das infestações nas áreas de implantação e reforma de florestas de eucalipto.
2) Avaliação do nível de dano causado por cupins nas mudas das áreas monitoradas.
3) Implantação de um sistema de planejamento e monitoramento de cupins em plantios de eucalipto, visando a utilização racional de inseticidas e a redução de custos com controle. Durante o ano de 2005 foi implementado monitoramento de cupins em pré-corte em florestas de eucalipto, além de validar o uso de GPS como ferramenta de monitoramento. Através do sistema de planejamento e monitoramento de cupins foi possível monitorar as infestações de cupins-praga e obter uma recomendação racional e adequada para área de aproximadamente 10.000 ha de florestas, desta forma contribuindo para uma redução de custos em torno de 70 % no tratamento de mudas por imersão. Atualmente estão sendo conduzidos trabalhos de planejamento e monitoramento de cupins nas empresas VCP, Eucatex, International Paper, Suzano Bahia Sul e Veracel.

Desenvolvimento de sistema de monitoramento de cupins em florestas de eucalipto
Resumo: Durante o ano de 2003 foram realizados testes pilotos visando a implantação de um sistema de monitoramento operacional de cupins (pré-plantio) em áreas de implantação e reforma de florestas de eucalipto.
Através do sistema de monitoramento operacional foi possível monitorar as infestações de cupins-praga e obter uma recomendação racional e adequada para cada área, desta forma contribuindo para a redução de custos no tratamento de mudas por imersão, numa média de 70 % de economia real.
Atualmente estão sendo realizados trabalhos de transferência de tecnologia para o setor produtivo, com a finalidade de treinar e capacitar as equipes operacionais para o planejamento e execução do monitoramento operacional de cupins (pré-plantio).
A metodologia desenvolvida para o monitoramento operacional de cupins-praga nos reflorestamentos brasileiros propiciará uma significativa redução na quantidade de inseticidas químicos utilizados para o controle destes insetos.

Monitoramento para Manejo de Scolytidae em Área Reflorestada com Pinus
Resumo: Vêm sendo determinados os fatores que propiciam variação na densidade populacional de Scolytidae em florestas de Pinus, desde a sua formação até o corte raso. Com o conhecimento dessas inter-relações, Mipis de Papel sendo consumido por formigas cortadeiras serão indicadas recomendações de alterações nas práticas silviculturais e operações florestais usuais, e prever riscos de surtos populacionais, em função da idade da floresta e operações nela efetuadas.

Monitoramento de Insetos Florestais: “Teste operacional de Mipis”
Resumo: Com esse teste será comparado o desempenho do MIPIS de papel de 5 g de isca em relação ao MIPIS de polietileno de 10 g para avaliar um sistema de recomendação de densidade de distribuição de MIPIS, para controle de quenquéns antes do plantio ou condução de rebrota.

Estudos de Doenças de Eucalipto na Região de Capão Bonito/SP
Resumo: Estão sendo identificadas as principais ocorrências fitopatológicas na cultura do Eucalyptus sp, viveiro e campo, na região de Capão Bonito/SP, sendo elaborado mapas para a caracterização das áreas mais propícias à ocorrência de doenças (áreas de risco), correlacionando as características edáficas, microclimáticas, dentre outras (espécie, idade, etc.).

Monitoramento de Migdolus fryanus em Florestas de Pinus e Eucalipto
Resumo: Estão avaliadas armadilhas de feromônio sexual para o Migdolus fryanus em áreas de Pinus sp e Eucalyptus sp, desenvolvendo-se um sistema de monitoramento da espécie e avaliar seu controle químico preventivo.

Amostragem de Migdolus fryanus em Florestas de Eucalipto
Resumo: Migdolus morretesi (= Migdolus fryanus) foi a primeira espécie de Migdolus registrada atacando raízes de Eucalyptus spp., no município de Tamoio, SP, em 1943 (FONSECA, 1958). Os danos normalmente observados consistem na destruição das raízes principais e secundarias das mudas. Sendo o Brasil o provável centro de origem da praga e tendo os Estados de São Paulo e Paraná como principais focos, os prejuízos já causados e a possibilidade de sua disseminação pressupõem que estudos, tanto de sua biologia quanto de manejo, por meio de sistemas de monitoramento, são de fundamental importância para as plantações florestais.
Foram monitorados 490,22 ha na região de Luiz Antonio, São Simão, e Guatapará com diferentes tipos de solo, utilizando 1 armadilha com feromônio para cada 10 ha durante os meses de dezembro e janeiro. Para distribuição das armadilhas nos talhões foi utilizado um GPS.
As avaliações foram feitas a cada 15 dias e o feromônio foi trocado com aproximadamente 30 dias.
Em 179,58 ha monitorados foram coletados indivíduos de Migdolus fryanus, e em 310,64 ha não se coletou nenhum indivíduo.
O monitoramento deve ser sempre realizado nos meses de dezembro e janeiro, e em solos argilosos não há necessidade de fazer o monitoramento, pois não ocorre a presença do inseto.
Nas áreas onde não foram coletados indivíduos de Migdolus fryanus não será necessário fazer o tratamento preventivo das mudas, gerando um ganho econômico e ambiental.

Amostragem de Migdolus fryanus em Florestas de Eucalipto
Resumo: Os danos causados por Migdolus fryanus normalmente observados em plantas de eucalipto consistem na destruição das raízes principais e secundárias das mudas. Sendo o Brasil o provável centro de origem da praga e tendo os Estados de São Paulo e Paraná como principais focos, os prejuízos já causados e a possibilidade de sua disseminação pressupõem que estudos, tanto de sua biologia quanto de manejo, por meio de sistemas de monitoramento, são de fundamental importância para as plantações florestais. No final de 2004 e início de 2005 foram monitorados 550 ha na região de Luiz Antônio, São Simão e Guatapará – SP, com diferentes tipos de solo, utilizando 1 armadilha com feromônio para cada 10 ha durante os meses de dezembro e janeiro. As avaliações foram feitas a cada 15 dias e o feromônio foi trocado com aproximadamente 30 dias. Em 290 ha monitorados foram coletados indivíduos de M. fryanus, e em 260 ha não foi coletado nenhum indivíduo. Em 2004 também foi realizado o monitoramento de M. fryanus na Faz. São José, pertencente à empresa Lwarcel, em Lençóis Paulista – SP. Foram instaladas 50 armadilhas de feromônio sexual numa área de 10 ha, para correlação do número de insetos capturados nas armadilhas com o número de mudas mortas por migdolus, encontradas na área e quantificadas previamente, sendo que os dados estão sendo analisados atualmente. O monitoramento deve sempre ser realizado nos meses de dezembro e janeiro, onde ocorrem os picos de infestação, no entanto, foi verificado que na região de Lençóis Paulista os insetos foram capturados em grande número também nos meses de fevereiro e março deste ano. Em solos argilosos não há necessidade de fazer o monitoramento, pois não ocorre a presença do inseto. Nas áreas onde não foram coletados indivíduos de M. fryanus não será necessário fazer o tratamento preventivo das mudas, gerando um ganho econômico e ambiental.

Avaliação de bioinseticidas à base de fungos entomopatogênicos no controle de pragas florestais
Resumo: Devido à certificação ambiental há restrições severas quanto ao uso de defensivos agrícolas no setor florestal, principalmente de inseticidas químicos. Uma das alternativas é o controle microbiano de pragas, com o uso de bioinseticidas, com fungos, bactérias e vírus entomopatogênicos. Entretanto, para as florestas plantadas, há apenas produtos a base de Bacillus thuringiensis. Atualmente, no Brasil há vários produtos comerciais formulados com fungos entomopatogênicos (Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae) para uso agrícola, mas nenhum bioinseticida para uso florestal. Portanto, os objetivos desse projeto são a avaliação de diferentes marcas comerciais e de cepas de laboratório no controle de diferentes pragas florestais, principalmente de eucalipto e Pinus, em condições de laboratório e de campo e testes com diferentes formulações e formas de aplicação. Os resultados subsidiarão futuros registros oficiais para uso florestal desses entomopatógenos.

Projeto Cooperativo de Controle Biológico do Psilídeo-de-Concha Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Psyllidae) em Florestas de Eucalipto
Resumo: O psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei é espécie-praga exótica de eucalipto, sendo importante economicamente em outros países onde foi introduzido (EUA e México). O controle biológico clássico, através da importação do parasitóide específico Psyllaephagus bliteus (Hymenoptera: Encyrtidae) é inicialmente o método de controle mais adequado para o controle efetivo da praga, por já estar validado nos EUA e México. Portanto, o objetivo do projeto é importar, criar em laboratório, liberar no campo e avaliar o estabelecimento e eficiência do parasitóide P. bliteus, específico do psilídeo-de-concha G. brimblecombei, para realizar o controle biológico desta praga florestal. Atualmente há 530 pontos de monitoramento da praga e de seus inimigos naturais em 8 estados brasileiros. Para o monitoramento são utilizadas armadilhas amarelas adesivas. Os principais resultados são: alta correlação entre as populações do psilídeo-de-concha e de seu parasitóide e não-correlação com predadores generalistas, como coccinelídeos e crisopídeos. Determinação do ciclo biológico do psilídeo-de-concha e efeito de diferentes temperaturas. Desenvolvimento da técnica de criação da praga e do parasitóide no laboratório, tendo sido produzidos 49.340 parasitóides de maio de 2004 a novembro de 2008, sendo liberados 44.300 insetos em plantações de eucalipto em 5 estados (SP, MG, ES, MS e BA).

Levantamento e Monitoramento de inimigos naturais de pragas florestais em áreas de eucalipto e em áreas de preservação ambiental
Resumo: Atualmente no Brasil, está ocorrendo um crescente aumento nos registros de ocorrências de pragas, sendo a maioria oriunda de um complexo de insetos adaptados às florestas de eucalipto. Uma das alternativas para controle curativo é a alteração na composição de espécies vegetais (aumento das áreas de mata nativa ou manutenção de sub-bosque) ou alteração na estrutura da floresta, pela diversificação da idade da floresta, criando um mosaico na área. Em ambos os casos o objetivo é a diminuição da oferta de alimento para as pragas e o aumento da variabilidade de inimigos naturais destas pragas. Entende-se que, ao se monitorar, estaremos preparados para um controle mais eficaz em menor tempo e, conseqüentemente, reduzir os danos. Os objetivos do projeto são: Realizar um levantamento populacional de inimigos naturais de pragas florestais, principalmente das ordens Hymenoptera e Diptera, que ocorrem em florestas implantadas de eucalipto e em áreas de preservação ambiental da Veracel, durante 2 anos (etapas 1 e 2) e estudar a estrutura da comunidade destes insetos em florestas de eucalipto e comparar com as populações das espécies-praga potenciais para o eucalipto.

Levantamento de Insetos em Florestas de Eucalipto na Região de Capão Bonito/SP
Resumo: Está sendo realizado um levantamento populacional de insetos que ocorrem em florestas implantadas de eucalipto em uma área florestal de Capão Bonito/SP. O projeto visa avaliar o impacto da reforma das áreas de florestas antigas de eucalipto, por meio da dinâmica populacional de insetos, além de estruturar uma coleção entomológica na região.

 




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