Produção de florestas com qualidade: Preparo do solo

Ricardo Michael de Melo Sixel
Acadêmico em Engenharia Florestal – ESALQ/USP
Atualizado em maio de 2009

1. Preparo do solo

O preparo do solo é o conjunto de operações usadas na busca por elevação ou manutenção da produtividade de florestas, caracterizado pelo uso de determinados equipamentos adaptados às condições pedológicas e manejo de resíduos. Estas operações podem produzir como resultado melhorias na qualidade produtiva do sítio, através da minimização de perdas por erosão, otimização da utilização dos recursos e melhorias na relação custo/beneficio; por outro lado, pode causar degradação física, química e biológica do solo (GONÇALVES et al., 2002). Esses efeitos não são relacionados apenas aos implementos empregados, mas principalmente à intensidade de uso. Neste aspecto, apresentam-se três níveis: cultivo intensivo, intermediário e mínimo. Estes três níveis apresentam intensificação no modelo de preparo do solo. Se no cultivo intensivo é preconizado o revolvimento intensivo nas operações de preparo do solo, o cultivo mínimo, por sua vez, procura com o menor número de operações atingir o equilíbrio entre qualidade de preparo do solo e manutenção de resíduos florestais sobre o solo (ZEN et al., 1995), sendo o sistema indicado para a silvicultura de florestas plantadas e mais utilizado no Brasil.

1.1 Aspectos técnicos do preparo do solo

As características físicas dos solos podem ser um dos principais fatores limitantes do crescimento e produtividade dos sítios. A compactação é um evento físico, causado pelo aglutinamento de partículas primárias devido principalmente ao tráfego de máquinas. Como resultado disso, a estrutura e atributos físico-hídrico do solo são alterados reduzindo o crescimento e a distribuição das raízes, a absorção de água e de nutrientes e, conseqüentemente, a capacidade de produção florestal (DEDECEK e GAVA, 2005).

O preparo do solo é uma prática que pode ser usada como medida para estabelecer condições ideais para o crescimento radicular, sendo utilizados para isso diferentes tipos de implementos. Segundo Spoor (1975) apud Dedecek et al. (2007) as respostas das plantas não ocorrem diretamente ao preparo do solo, mas ao ambiente criado em função desta atividade, a qual favorece a movimentação da água, areação e disponibilidade de nutrientes, sendo a profundidade a variável mais importante; estas operações demandam energia, tempo e custos, as quais estão diretamente relacionadas à profundidade de trabalho e o número de operações.

A atividade de preparo do solo varia de acordo com as características dos solos, clima, finalidade, plantas daninhas, impedimentos físicos e resíduos vegetais (DEDECEK et al., 2007).

No meio florestal se consolidou o uso do subsolador devido às suas vantagens operacionais e econômicas. É um método que aumenta a sobrevivência e o crescimento das mudas, pois propicia: o alcance das raízes a maiores profundidades, menor exposição do solo, reduzindo perdas por erosão, e também, por está relacionado à difusão do cultivo mínimo (SASAKI e GONÇALVES, 2005).

Os subsoladores são implementos equipados com uma barra porta-ferramentas, na qual está presa uma haste de aço com aleta na ponta (Figura 1), objetivando aumentar o volume de solo preparado. Este equipamento pode ser arrastado ou acoplado ao sistema hidráulico do trator. As hastes possuem três formatos, reto, curva ou parabólica, sendo esta última mais usada no meio florestal por exigir menor força de tração. A subsolagem tem a função principal de romper camadas do solo maiores que 40 cm de profundidade. Provocam o rompimento do solo para frente, para cima e para os lados, formando um corpo tridimensional triangular na linha de preparo (Figura 2) (FESSEL, 2003). A formação deste corpo tridimensional, representando o volume de solo preparado, se deve ao efeito das aletas ou ponteiros. Bentivenha et al. (2003) estudou os efeitos no crescimento inicial de E. grandis de diferentes configurações de hastes e aletas. No período analisado, 11 meses após o plantio, não foram encontradas diferenças no crescimento inicial na comparação entre formatos da haste (reta inclinada e parabólica), nem com o tipo de aleta (com asa e sem asa), ainda que aleta alada tenha proporcionado maior mobilização de solo, cerca de 30% maior.

Embora os resultados mais conclusivos sobre a produtividade da floresta devam ser analisados em períodos mais tardios, seria esperado que o crescimento inicial das plantas fosse afetado pelos tratamentos propostos, se os solos de plantio apresentassem valores críticos de resistência à penetração para o crescimento radicular, o que não ocorreu (BENTIVENHA et al., 2003).

O preparo do solo pode também ser realizado com outros implementos. Até a década de 1980 usava-se em plantios florestais arados e grades. Embora seja um método de preparo do solo mais intensivo que a subsolagem, deixando maior área de solo susceptível ao processo de degradação, estes implementos eram utilizados e atualmente recorre-se a utilização na maioria dos casos ao subsolador. Entretanto, em declividades maiores às acessíveis pelos tratores – 12%, o preparo do solo pode ser realizado com coveadores mecânicos ou manuais. Neste caso, as covas devem possuir a dimensão cúbica de 20 cm ou 30 cm (Figura 3).


Figura 1: Detalhe da aleta na ponta da haste.


Figura 2: Perfil da linha de preparo do solo.


Figura 3: Equipamento para coveamento mecânico.

1.2 Cultivo mínimo

O sistema de cultivo mínimo é caracterizado por um conjunto de operações mínimas de preparo do solo, resultado da busca por menores impactos ambientais, técnicas mais adequadas ao desenvolvimento das plantas, baixos custos operacionais e que permitam maior sustentabilidade dos plantios. Nesse contexto, a sustentabilidade da produção florestal e qualidade do ambiente estão diretamente relacionadas à conservação do solo diagnosticados pelos indicadores físicos, químicos e biológicos (CHAER e TÓTOLA, 2007).

O sistema de cultivo mínimo se adequou a estas novas demandas, baseando-se num preparo de solo restrito às linhas ou covas de plantio mantendo os resíduos com intuito de racionalizar os recursos do solo (GONÇALVES, 1995). Num sistema mecanizado, o preparo do solo no cultivo mínimo é efetuado em linha por um subsolador desenvolvido especificamente ao trabalho na linha de plantio.

O início do cultivo mínimo em plantios florestais remonta o final da década de 1980, como prática de eliminação de queimadas no preparo do solo, redução dos custos de implantação, aparecimento de herbicidas eficientes, riscos decorrentes dos incêndios e aumento da conservação do solo (ZEN et al., 1995). As principais diferenças entre estes sistemas de manejo estão na movimentação física do solo, dos resíduos orgânicos e nos tratos culturais das ervas daninhas (CASTRO, 1995).

Com a adoção deste novo sistema eliminaram-se as operações de aração e gradagem, a queima de resíduos, sendo as ervas daninhas controladas com herbicidas em aplicações antes e após o plantio. As perdas associadas às queimas dos resíduos florestais são para plantios florestais com Eucalyptus grandis cortado aos 7 anos de idade da ordem de 40 t/ha, sendo 20 t/ha da serapilheira, 12 t/ha de casca e 8 t/ha de galhos e folhas. Toda essa biomassa representa de 51% a 82% dos nutrientes da biomassa vegetal (GONÇALVES, 2007). Em plantio com Eucalyptus camaldulensis, Maluf (1991) observou perdas de 88 % de N, 33% de P, 30% de K, 47% de Ca e 43% de Mg do conteúdo de nutrientes presentes nos resíduos culturais.

Gatto et al. (2003), avaliaram o efeito do preparo do solo no crescimento de Eucalyptus grandis (preparo do solo com queimada x cultivo mínimo). Os maiores teores de P, K, Ca e Mg no solo foram registrados no cultivo mínimo, embora o crescimento das árvores nesse tratamento tenha sido menor na avaliação aos 38 meses pós plantio. A explicação para este fato está na velocidade de liberação dos nutrientes às plantas. Nesse sistema os nutrientes são liberados de forma lenta e gradual, por meio da mineralização. Portanto, técnicas mais intensivas de manejo do solo, como a queima, aceleram a disponibilização dos nutrientes às plantas, promovendo um crescimento inicial maior (ZEN, 1992 apud ZEN, 1995). Entretanto, Gonçalves (1995) observa que com o passar do tempo, o vigor e homogeneidade dos plantios com cultivo mínimo tendem a se restabelecer. Além do efeito que ocorre nos próximos ciclos de produção, ou seja, o efeito é verificado a longo prazo.

Como visto, além de funcionar no aumento da fertilidade do solo, o cultivo mínimo promove a formação de uma camada isolante sobre o solo, causando redução dos processos erosivos, aumento na conservação da umidade do solo, melhoria nas condições físicas, minimização de amplitudes térmicas, aumentando a atividade da fauna edáfica e redução da reinfestação por plantas invasoras. Por estes e outros aspectos, a ciclagem de nutrientes é beneficiada, permitindo maior sustentabilidade da produção de florestas (Figura 4).


Figura 4: Diagrama do manejo do cultivo mínimo sobre a produção florestal (GONÇALVES, 2007).

1.3 Preparo do solo e capacidade de produção

A intensidade de preparo do solo influencia positivamente o crescimento inicial das plantas, num período compreendido entre o primeiro e segundo ano para plantios de eucalipto, podendo se estender até o final do ciclo. Porém, outros resultados permitem encontrar equivalência na produção da floresta em diferentes intensidades de preparo (VASQUEZ, 1987), com a vantagem de que nos métodos menos intensivos a sustentabilidade da produção é maior.

Outro efeito importante do preparo do solo na produtividade da floresta relaciona-se ao volume de solo preparado (profundidade), sobretudo em solos coesos e/ou regiões com maior deficiência hídrica, porém cabe ao silvicultor ponderar a relação custo x risco, os quais são inversamente proporcionais. Caso este opte em maiores investimentos, numa melhor condição de preparo do solo, estará assegurando maior ritmo de crescimento, homogeneidade e sobrevivência das mudas (SUITER FILHO et al., 1980).

Rodigheri e Pinto (2001) observaram o efeito do preparo do solo sobre a produtividade de diferentes espécies de eucalipto, ao testarem o crescimento dessas espécies em sítios com e sem preparo do solo. Na análise dos resultados de todas as espécies, o crescimento médio nos tratamentos com preparo do solo foi 67 % maior.

O efeito do preparo do solo sobre a produtividade florestal foi observado por Stape et al. (2002), este comparou o efeito da subsolagem, fertilização, queimada, manutenção de resíduo e coveamento sobre o cultivo Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla, em dois solos - Latossolo Vermelho Amarelo (LVA), sítio mais pobre, e em Argissolo, sítio mais fértil.

Na comparação entre os efeitos da fertilização, o Argissolo mostrou-se mais fértil. Aos 12 meses a média das alturas para tratamentos sem fertilização no Latossolo foi de 1,6m, enquanto que no Argissolo foi de 6,3 m. Este fator foi confirmado na comparação entre os tratamentos com queima, surgindo pouco efeito no solo mais fértil. Por fim, o efeito do preparo do solo foi verificado somente no Argissolo, por apresentar naturalmente maior resistência à penetração das raízes, necessitando de maior volume de solo preparado – alturas de 7,1 m e 8,1 m, respectivamente, para coveamento e subsolagem; enquanto que para o Latossolo as alturas foram 6,0 m e 5,7 m.

As mesmas tendências do crescimento inicial foram observadas até o 3º ano, com todos os tratamentos sendo superior no Argissolo. Entretanto, entre o 3º e 4º ocorreu uma seca, causando grande mortalidade neste sítio, perdendo em produção a partir do 4º para o Latossolo. A causa desta mortalidade se deveu a profundidade efetiva de preparo do solo – 0,60 m, não sendo suficiente. Atualmente nessas áreas o preparo do solo é realizado até 1,1 m de profundidade. A interpretação destes resultados esclarece a importância do preparo do solo no desenvolvimento da floresta, com maiores respostas em solos com impedimentos físicos ou que possam apresentar deficiência hídrica.

Bentivenha et al. (2003) estudando o efeito de duas profundidades de preparo de solo em solo arenoso – Neossolo Quartzarenico (RQ) e textura média – Latossolo Vermelho Amarelo (LVA), em plantios de E. grandis, observou diferenças quanto ao volume de solo preparado com os dados de altura (H) e diâmetro de colo (DC) dos plantios. No solo com maior teor de argila observou-se menor mobilização de solo, em parte devido também a maior quantidade de resíduo. Na comparação entre as profundidades de preparo do solo – 0,20 e 0,40 m, só foram verificadas diferenças no RQ – DC 29% e H 30% de aumento, na profundidade de 0,40 m aos 6 meses. A explicação para não ter havido diferenças no crescimento no LVA se deve a maior capacidade de retenção de água, disponibilidade de nutrientes e teor de matéria orgânica, dentre outros, o que compensaram o menor volume de solo preparado. Neste mesmo trabalho, os autores acompanharam ainda a forma e o crescimento do sistema radicular das plantas e no preparo a 0,20 m foi observado tortuosidade, mudança na direção e redução do crescimento radicular (Figura 5).


Figura 5: Efeito da profundidade de preparo do solo na distribuição radicular.
(a) preparo a 0.40 m de profundidade. (b) preparo a 0.20 m de profundidade. (BENTINHA et al. 2003)

Os efeitos da profundidade do preparo do solo sobre o desenvolvimento radicular apresentados na Figura 5 são elucidados por GONÇALVES (1994) e SCHUMACHER (1995) apud FINGER et al. (1996). Nestes dois experimentos trabalhando o primeiro autor com Eucalyptus grandis, e o segundo com E. saligna, E. dunnii e E. globulus, observaram que a maioria das raízes finas foi encontrada na camada 0-30 cm.

Finger et al. (1996) comparando o método da subsolagem com o coveamento manual não observaram diferenças aos 44 meses nas avaliações de altura, diâmetro e sobrevivência de Eucalyptus grandis. Entretanto, complementa os autores, que houve grande diferença em termos biométricos, devendo produzir maior quantidade de madeira por hectare os tratamentos subsolados.

Gonçalves e Beloto (2007) desenvolveram um trabalho para avaliar volume de solo mobilizado no desenvolvimento de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla sobre dois solos - Latossolo Vermelho, textura muito argilosa (LV) e um Latossolo Vermelho-Amarelo (LVA) textura média. Para avaliação das respostas aos fatores propostos, foram medidos diâmetro do colo (DC), altura total (AT), diâmetro da copa (DC), e biomassa radicular (MR) aos 410 dias pós-plantio. O preparo do solo foi realizado com “chucho” (solo sem preparo); Covas de 20x20cm (aberta com moto-coveador); 40x40cm (aberta com coveador mecânico); 60x60cm (aberta com broca helicoidal); Subsolagem a 40cm de profundidade; Escarificação a 40cm de profundidade (haste sem sapata) e cova de 30x30cm (aberta com enxadão).

Os resultados apresentados pelo LV permitiram estabelecer uma relação linear positiva (R² = 0,89) entre volume preparado e DAC, relação não encontrada no LVA. Este resultado pode ter explicação na maior resistência ao desenvolvimento radicular oferecido pelo LV, sendo, portanto maiores as respostas das plantas ao volume de solo mobilizado. Este fato é confirmado na comparação dos resultados das alturas dos tratamentos preparado com chucho (sem preparo de solo), com o preparo de solo realizado em covas, mecanizado 20x20cm e manual 30x30cm. Estes três tratamentos mostraram-se superiores ao LV. Nesses casos, o volume de solo mobilizado no LV não foi suficiente, atrasando o desenvolvimento das plantas. Por fim, neste experimento destacam-se os resultados obtidos pelo preparo do solo realizado somente com chucho. Apenas no LV foi encontrado diferença estatística, na comparação entre tratamento sem preparo (chucho) e preparado com subsolador. Isto é, neste estudo de caso, pode concluir-se que existe a possibilidade no LVA do preparo mínimo de solo, realizado em covas, que além de proporciona bom desenvolvimento das plantas, permite alto rendimento no preparo de solo e menores custos com trator e implemento (GONÇALVES & BELOTO, 2007). Ainda sim, em solos mais arenosos os dados sugerem que o preparo do solo não precise ser feito a cada reforma florestal, somente a cada 2 ciclos, desde que não ocorra déficit hídrico ou alteração pelo tráfego de máquinas. Cabe ressaltar que estes dados são preliminares, devendo-se acompanhar por mais alguns anos o desenvolvimento da floresta.

2. Considerações finais

A silvicultura brasileira tem evoluído nos últimos 30 anos no preparo e manejo de solo para plantios florestais. Se a concepção vigente nas décadas de 60, 70 até meados de 80, justificava maior intensidade no preparo do solo, como medida de se obter maior produtividade florestal; algumas observações, nas quase três décadas, de manejo sobre este sistema permitiram o estabelecimento de cultivos com vistas à conservação dos recursos edáficos. Graças à esta mudança, os plantios florestais apresentam-se como as culturas que mais se adéquam em relação a conservação do solo.

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